domingo, 28 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
3/4
É raro deixar um treino a meio. Também não foi hoje que o fiz, pois ainda o levei até três quartos (18 dos 24k programados). E porquê? Porque quis compensar os treinos e os quilómetros falhados esta semana e decidi-me a fazer os 24k com um significativo desnível positivo.
O significativo revelou-se exagerado para um estado de forma ainda tão incipiente e rapidamente viria a pagar as subidas de Sacavém para Unhos. Fortes dores musculares e novamente os pés a doerem como se andasse a treinar descalço no asfalto. Aos 1:41:10 decidi que não valia a pena o risco de piorar a situação.
Domingo, 21 de Agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
O Sistema
Depois de 3 dias sem treinos para não agravar uma dor na planta do pé esquerdo, hoje foi dia de novo fartlek junto ao Rio Tejo, com períodos de 4 minutos rápidos e 3 minutos a trote pelo meio.
Da Expo a Santa Apolónia as corridas rápidas não o chegaram a ser. Com forte ventania pela frente, os ritmos foram de 4:50, 5:14 e 4:55. Quando pensei que no caminho de regresso ia ter uma rajada a soprar pelas costas, eis que o vento virou e apanhou-me outra vez pelo peito. Melhorei as cadências (4:32, 4:41, 4:40 e 4:25) mas quase que me saíam as tripas de fora.
Deu-me para pensar na luta que deve ser jogar contra aqueles que têm sempre o vento pelas costas e um penalty a favor garantido. Em suma, foi um treino contra o Sistema.
Sábado, 20 de Agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Subir no escuro
25, 23, 24, 22, 24, 23, 25, 22, 21, 22, 21, 20: doze viagens de 100 metros numa rampa de inclinação pura. Ganhei-lhe o gosto e o horário continua a ser o do mocho.
Terça-Feira, 16 de Agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Na naite
É meia-noite e dezasseis nas esplanadas da Marina. Ele, ao telemóvel, grita que “começaram bem. Ainda o defesa não lhe tinha tocado e já ‘tava o Olegário a apitar. ‘Tá tudo feito outra vez”. Ela, desinteressada, fuma com indolência e enterra-se na cadeira de metal. Tem a perna cruzada e a sabrina balouça provocadoramente na ponta do pé. Eu vejo a cena enquanto espero que o satélite preste atenção ao meu Garmin. Enfim, é a naite. Arranco com o briefing bem definido: treino longo progressivo. Santa Apolónia, Praça do Comércio, Cais do Sodré e 24 de Julho já se foram deitar. Em Alcântara, faço o retorno dos 11k. O visor marca 59 minutos e 54 segundos, o que significa que a primeira metade foi corrida ao ritmo de 5:26.
Volto mais rápido para casa. Em Santos passa um carro de janelas abertas onde os INXS se atiram a um “Original Sin”. Faz-me recordar outros tempos em que esta 24 de Julho era uma improbabilidade de estacionamento. Mas, não me detendo muito nestes pensamentos, acelero e faço a segunda metade dos 22k em 56 minutos e 44 minutos. Foi um split final a um ritmo de 5:09. Enfim, rendeu bem o regresso à naite.
Segunda-Feira, 15 de Agosto de 2011 (imagem da autoria de wHaTEvEr com direitos de publicação não comercial segundo a Creative Commons)
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Adeus a Tróia
Hoje já durmo em Lisboa. Para trás fica o estágio de planitude em Tróia, que se encerrou com um fartlek de 3 x 10 minutos intercalados por 4 minutos a trote.
Primeiro ao ritmo de 4:58, depois a 5:02 e por fim a 5:03, assim se fizeram os troços de 10 minutos ao braseiro do meio-dia. Nesta Segunda-Feira o treino longo de 22 quilómetros já é feito à ilharga do Tejo.
Domingo, 14 de Agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Crossing fingers
Também uma vez por semana recebo um e-mail de um senhor inglês chamado David Bedford. É o Race Director da Virgin London Marathon 2012 e ontem
apareceu a dizer-me que já só faltam 7 semanas para que sejam sorteados os nomes que terão lugar na linha de partida. Aqui já fico doido de expectativa: VLMO12-204189. VLMO12-204189. VLMO12-204189.
Sábado, 13 de Agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Procura-se massagista russo
Ia no meio dos meus 12k de hoje quando pensei que o que eu devia fazer era ir ter com ele, prometer-lhe cama e mesa em casa de férias durante um fim-de-semana e sequestrá-lo aos RB’s que estão a preparar a Maratona de Amesterdão. Não é por mal e muito menos por rancor com os amigos e colegas que também andam a lutar por estas quentes estradas de Agosto. É simplesmente porque eu ando a precisar. Aliás, para que a Laranja Mecânica (ou seja o Alexandre Monteiro, o António Castanheira Alves, o Carlos Freitas e o Ruben Aragão Pinto) perceba que eu sou tipo de boas contas, fica já a promessa: se por acaso ou olho para o negócio me aparecer aqui uma massagista russa – daquelas com unhas de gel e rabo-de-cavalo – meto-a logo num táxi para o Monte da Galega. Ok? Fica combinado? E entretanto podem deixá-lo vir? Se faz favor?
Sexta-Feira, 12 de Agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
O fartlek da meia-noite-e-meia
Vi aquele golo do Hugo Almeida, despedi-me da família e meti-me no carro para Lisboa. Era oficial: as férias estavam interrompidas para dois compromissos profissionais na manhã seguinte.
Comigo na chegada ao Parque das Nações vinham os Kayano e o Forerunner 305. Ainda antes de me deitar era tempo para um fartlek. Seis vezes 4 minutos em ritmo rápido intercalados com 3 minutos a trote. Para o registo das secções mais longas ficaram os ritmos de 4:34, 4:50, 4:42, 4:42, 4:44 e 4:27. Para a memória do treino, a sensação de que não há como as madrugadas para sentir o prazer de correr no Verão.
Quarta-Feira, 10 de Agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
O. s.o.m. d.a. q.u.e.d.a.*
*Ora, Sessenta e Oito Minutos em Doze Amargos Quilómetros: Um Enferrujado Dia Alentejano.
Terça-Feira, 09 de Agosto de 2011