domingo, 13 de março de 2011

São 30k para fazer Marina do Parque das Nações – Unhos – Sacavém – Moscavide – Marina – Poço do Bispo – Marina

00:53:16 - Passagem aos 10k com ritmo médio de 5:19 (Marina do Parque das Nações – Escola Básica de Unhos).

01:45:14 – Passagem aos 20k com ritmo parcial médio de 5:11 (Escola Básica de Unhos – retorno na Igreja de Unhos – Moscavide – Passeio do Sapal no Parque das Nações).

02:11:05 – Passagem aos 25k com ritmo parcial médio de 5:10 (Passeio do Sapal – Armazém 24 da Matinha).

02:36:02 – Conclusão aos 30k com ritmo parcial médio de 4:59 (Armazém 24 da Matinha – retorno na Doca do Poço do Bispo – Marina do Parque das Nações).

Média final de 5:14 com o melhor quilómetro a ser o último, com um ritmo de 4:39. A ideia era fazer um bom treino progressivo. Por isso, correu bem (e o depósito ainda tinha combustível para prosseguir num andamento certo).


Domingo, 13 de Março de 2011

sábado, 12 de março de 2011

O sortilégio do Monsanto

Estreei-me com 11:07, debaixo de um aguaceiro piorei para 11:16 e pensando que estava a fazer a melhor do dia acabei com 11:17. Em suma, não há modo de ter uma experiência completa nestes 2.700 metros de Monsanto. Salve-se que, não tendo conseguido meter velocidade na corrida, consegui desta vez uma relativa regularidade nos ritmos médios (entre os 4:08 e os 4:11 por quilómetro).


Sábado, 12 de Março de 2011

sexta-feira, 11 de março de 2011

Pelas pistas do Jamor

Hoje, a satisfação veio com a troca do almoço por uma hora a ritmo lento no Estádio Nacional. Da pista de tartan à pista de crosse, passando pela terra batida que circunda a pista de canoagem, fui andando para fechar a um ritmo médio de 5:14.

Como nota à margem e mesmo sabendo que valores mais altos se levantavam, tenho que dizer-te que ficaste a perder e que ias adorar. Tens contudo hipótese de redenção na próxima 4ª Feira, pela hora do almoço.


Sexta-Feira, 11 de Março de 2011

quinta-feira, 10 de março de 2011

"Go, Pre!"

Tem sido uma semana em crescendo, onde no dia a seguir a um belo treino-estilo-montanha-russa voltei à pista para fazer a minha melhor sessão de séries longas (6 x 1.200) desde que estou a treinar para os 42 de Paris.

Com 4:36, 4:37, 4:39, 4:40, 4:34 e 4:37 foi uma difícil subida para um novo degrau. Mas porque quando corremos a nossa mente tem o condão de se pôr em fuga por aí, ajudou ter-me chegado a sentir como um Steve Prefontaine a negociar as curvas da pista: leve na passada e firme no sofrimento.


Quinta-Feira, 10 de Março de 2011 (imagem da autoria de The Happy Rower)

quarta-feira, 9 de março de 2011

Dose tripla de Asparten, s.f.f.

Desde o princípio de Janeiro que uma boa meia-hora das minhas noites de Terça-Feira é entregue à definição do percurso para o treino semi-longo do dia seguinte. Ontem, enquanto me punha no www.mapmyrun.com a desenhar os meus destinos, meti na cabeça que queria subir. Queria naturalmente 15k equilibrados, mas queria que houvessem umas subidas cabeludas a meter exigência nas minhas pernas.

E assim foi. As subidas estavam sempre a aparecer (em Lisboa é inevitável) o que fez deste um treino de dentes cerrados. Parti do Velho Oriente da cidade, aproximei-me das Avenidas Novas e acabei no Parque das Nações. Foram 16.050 metros para um tempo de 82’ 38” e para sentir que parece estar a ressurgir o que eu já tinha quando há 5 semanas tive que parar por lesão.

Agora, venha uma dose tripla de Asparten, se faz favor. Amanhã há séries de 1.200 metros. E daqui por um mês e um dia há maratona em Paris.


Quarta-Feira, 9 de Março de 2011

terça-feira, 8 de março de 2011

A elite e o pelotão

Para minha surpresa, o Ornelas (no atletismo, quanto maior é o destaque mais se é tratado por um nome apenas) passou no Facebook e deixou um ok ao meu paleio sobre os 20 Kms de Cascais. É curioso ter acontecido agora e especialmente ter sido sobre uma corrida que ele ganhou de goleada. Aliás, estava ele a cruzar a meta e eu a fazer 13.500 metros de prova, só para que se veja a diferença de nível. Diferença esta que não o impediu de deixar um abraço a alguém que não conhece.

Mas isto é o atletismo. Nenhum outro desporto junta tão perto a elite e o pelotão. Como ainda esta manhã, quando na pista do Centro de Alto Rendimento do Jamor o Hermano, o Damião e o Ramos apanhavam a mesma chuva que eu e, por coincidência, faziam quase o mesmo programa (séries de 400). Eles (bastante) mais rápido, claro; eu durante mais tempo (foram 18 voltas à pista).

Last but not least, de cronómetro na mão e chapéu-de-chuva aberto, a Rita Borralho: a prova viva de que, dia após dia, a elite e o fundo do pelotão podem ter a reuni-los um fundo de admiração e ternura.


Terça-Feira, 8 de Março de 2011

De Cascais para o Jamor (com os olhos em Paris)

Depois de uma semana onde os dias de treino foram se desorganizando à custa do trabalho na agência, cheguei a Cascais e aos seus 20 Kms com a sensação de que tudo poderia acontecer: a ferrugem de não treinar desde Quarta-Feira poderia prender-me as pernas ou o descanso dos últimos três dias podia ter-me deixado no ponto certo. Felizmente, tudo andou mais perto deste último cenário.

Com um tempo de 1:08:49 aos 15k (a 7” do meu melhor) e com uma passagem pelos 20k aos 1:32:19 (PB), consegui aproximar-me da tranquilidade anímica que a um mês da Maratona de Paris me tem andado a escapar.

A 29 treinos de entrar num avião para terras de França, muito há ainda por fazer. A recomeçar daqui por umas horas no Jamor, com 18 séries de 400.


Segunda-Feira, 7 de Março de 2011

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Ghostbusting - Parte II

Desde que passei a ter séries no Monsanto (3 x 2.700) ao Sábado nunca mais os treinos longos de Domingo souberam ao mesmo. Agora são mais difíceis, pautados e deixaram de ter sobretudo a ver com pernas.

Hoje, parti da Marina do Parque dos Nações, enfiei-me no sobe-e-desce de Unhos e voltei à casa da partida para chegar aos 20k. Pelo caminho, a preocupação em gerir um treino que já começou com as pernas pesadas e a inveja do companheiro Luís Antunes, um RB que se cruzou comigo em grande rasganço.

Sem interrupção, continuei até Santa Apolónia e fiz novo retorno para a Marina. Cheguei aos 2:50:09, o que para 32k dá um pouco excitante ritmo de 5:19. Mas também não era por aí que andava o objectivo. Menos um fantasma numa semana que mentalmente teve os seus desafios.


Domingo, 27 de Fevereiro de 2011

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ghostbusting

Agora que tanto se fala na complexidade dos resultados nos períodos homólogos, atiro-me a comparar os treinos do passado Sábado com os deste. Ambos no Monsanto, ambos de 3 x 2.700 metros, ambos desiguais como tudo.

O primeiro circuito fez-me baixar o ritmo para 3:59/k, produzindo com 10:44 o meu melhor resultado naquelas bandas (em comparação para os 11:05 do dia 19). Os mesmos 11:05 que consegui hoje à segunda, enquanto no Sábado passado andava pelos 11:20. A repetição final veio com uma entrada por um buraco dentro e uma marca de 11:38, quase tão má como os 18:31 do último treino no Monsanto.

Com o Ricardo Caria (que também tem bilhete marcado para Paris) e o deputy technical advisor Alexandre Monteiro a partilharem o alcatrão comigo, foi um treino para afastar fantasmas. Começou melhor este fim-de-semana.


Sábado, 26 de Fevereiro de 2011

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

'bute lá?

Dez mil seiscentos e vinte metros pelo Parque das Nações ao ritmo de “e-se-o-pessoal-fosse-todo-fazer-aquela-coisa-de-passar-a-ponte-a-correr”. Mas, enfim, ao contrário da vida real, para amanhã e Domingo não há descanso reservado. Antes pelo contrário.


Sexta-Feira, 25 de Fevereiro de 2011