terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Campeã

Há semanas em que a técnica de corrida na Segunda-Feira ou as séries de 14 x 400 metros feitas na manhã de hoje importam ainda menos em termos relativos. Aliás, nem chegam a ser assunto quando as verdadeiras lutas da vida são corridas noutras pistas. Por campeãs à séria.


Terça-Feira, 25 de Janeiro de 2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

À Krupicka

Ontem à noite li que o frio polar (era esse o termo que vinha na Imprensa) estava para ficar durante mais nove dias. Um par de horas depois, acabaria por tropeçar num excelente filme da Running Times, onde Anton Krupicka (um ultra de altíssimo nível mundial) desfilava a sua relação com os rigores do Inverno nos Estados Unidos. Vi, fui-me deitar e seis horas depois acordei para 25k de Parque das Nações – Museu da Electricidade – Parque das Nações.

Tinha ideia de baixar confortavelmente os 5 minutos por quilómetro, mas um vento contrário travou-me todo o split de retorno. Não ficou totalmente longe (2:05:41 ao ritmo de 5:01) e além do mais valeu pela dificuldade da luta. À Krupicka.


Domingo, 23 de Janeiro de 2011

sábado, 22 de janeiro de 2011

O frio que corta

Ontem foi o dia mais parecido com descanso que terei ao longo das próximas semanas. Sessenta minutos a ritmo de 5:30 num Parque das Nações onde uma luz encantadora era acompanhada por um frio de rasgar.

Hoje amanheci no Monsanto. À minha espera estava o circuito de 2.700 metros onde se dizia que a Rita Borralho atormentava os maratonistas do time. Todos me falavam disto e hoje ali estava para o fazer por 3 vezes. Três vezes (11:25, 11:15 e 11:26) a três graus centígrados.


Sábado, 22 de Janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Vento de frente

Em manhã de séries de 1.200 metros, o vento foi um adversário implacável no Parque das Nações. Foram assim inglórios os resultados (4:50, 4:55, 4:56, 4:55, 5:03 e 5:02), foi assim notória a força a ir lentamente embora.


Quinta-Feira, 20 de Janeiro de 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Memory Lane

Hoje decidi inventar para os meus 16k um percurso totalmente diferente. Assim, depois de deixar o Afonso na escola e de cumprimentar os encasacados pais das crianças (diariamente perplexos ao ver-me chegar de calções), saí das margens do Tejo e entrei pela cidade em direcção ao Reino do CO2.

Pela Estrada de Chelas até Xabregas fui lembrando as passeatas pela linha do comboio até ao Túnel da Bruxa; na difícil subida da Afonso III até ao Alto de São João passei por aquele café onde as pastilhas Gorila saíam com os cromos mais custosos dos aviões da Segunda Guerra; voltei a subir até à minha Picheleira e já no Areeiro recordei o óleo no chão da paragem do autocarro para as praias da Costa; acompanhado pelo cheiro a escape atravessei a Avenida de Roma e a Avenida do Brasil; e, por fim, voltei à casa da partida.

Numa corrida de memórias, estavam feitos 16.030 metros em 1:24:14. Mas, com muitas subidas e descidas, os meus joelhos pareciam estar em dias de 30k.


Quarta-Feira, 19 de Janeiro de 2011 (fotografia da autoria de Nuno Morão)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

A desculpa

Se andarmos a treinar ao princípio da manhã e ao fim da tarde é porque estamos em regime de bidiários.

Já se fizermos técnica de corrida ao fim da tarde de Segunda-Feira e séries curtas (14 x 300 metros) ao princípio da manhã de Terça pelo menos consegue-se uma enorme desculpa para a mais patética sessão de treino (62”, 61”, 59”, 65”, 62”, 63”, 63”, 64”, 59”, 66”, 60”, 63”, 61” e 62”) dos últimos meses.


Terça-Feira, 18 de Janeiro de 2011

domingo, 16 de janeiro de 2011

Unhos - parte II

O segundo treino longo para a maratona voltou a partir da Marina do Parque das Nações e a ter Unhos como destino de retorno. Foram 20k em 1:37:54 com a estrada a ser dividida com o Manuel Proença, o Rui Lacerda, a Susana Almeida e o Aristides Monteiro.

Estas reuniões dominicais têm-me posto a andar como nunca o tinha feito em treinos longos. Por um lado, os 24k do próximo Domingo são um sinal de estarem a chegar as altas quilometragens que mais preparado me deixam para Paris. Por outro, será também o momento previsível em que fica para trás a tão estimulante companhia dos meus RB’s.


Domingo, 16 de Janeiro de 2011 (fotografia de frmorais)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Três dias

Quinze quilómetros na Quarta-Feira, febre ontem e 7 séries de 1.000 metros hoje (4:21, 4:00, 4:09, 3:59, 4:01, 3:55 e 3:54). Como diz o outro, que venha o diabo e escolha.


Sexta-Feira, 14 de Janeiro de 2011

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Blaaarghhh

Acordei, levei o Afonso ao colégio e fui fazer séries. E foi horrível. Detestei. Fazer doze corridas de 400 metros logo ao abrir da manhã não será nunca um deleite para o meu perro e dessincronizado corpo.

Safe-se ao menos que tudo ficou melhor para o fim (registo em segundos): 90, 87, 90, 88, 89, 91, 90, 89, 86, 87, 86 e 84.


Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011

domingo, 9 de janeiro de 2011

Gente com pressa

Luís Antunes, Manuel Proença, Rui Lacerda, Susana Almeida, Victor Silva e eu na Marina do Parque das Nações. Saída pelas 09:18 em direcção a Unhos num percurso desconhecido para a maior parte dos RB’s. Três ou quatro subidas acompanharam-nos até ao retorno aos 9.500 metros. Até ali o ritmo andava pelos 5:05.

Mas depois, quando começámos a descer, apareceu o pessoal com o passo mais animado. E nunca mais abrandaram a disposição até chegarmos de novo à casa da partida. Fechei o treino aos 19k com um crono de 1:31:24. Para mim, isso significava 4:48 de ritmo. Para o pelotão da frente, tinha-se andado a 4:44. Gente com pressa que, no seu todo, deu um gás bem puxado a este treino longo.


Domingo, 9 de Janeiro de 2011