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sábado, 17 de setembro de 2011

Na véspera da primeira prova desde há 154 dias

Amanhã, mais de cinco meses depois de me lesionar na Corrida da Liberdade, volto a entrar numa prova.

Hoje, entre a gente amiga da RB, foi o já clássico treino de 3 x 2.700 pelo Monsanto. Que já correu melhor que no Sábado passado, mas que ainda tem que sair do patamar do sofrível. Há-de ser semana a semana. Sem stress.


Sábado, 17 de Setembro de 2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Drop out, move on

E o Sábado definiu tudo. Era dia 10, eram 9 horas. Tinha começado a treinar para a Maratona do Porto há mais de um mês e o momento não podia ser mais azedo. Com 3 treinos em 3 semanas, faltava a força e os 3 x 2.700 metros do Monsanto foram a lição que eu precisava. Totalmente sovado,
percebi que era tarde de mais para persistir numa mais que provável falhanço a norte. Foi então que decidi: drop out.

E, quase ao mesmo tempo, tomei a nova decisão: Maratona de Lisboa a 4 de Dezembro. Pela frente, doze semanas de trabalho. Que começariam com 22k no dia seguinte. Arranque às sete e meia da manhã para um Jamor – Parede – Jamor a 5:21 de ritmo médio.

Segunda-Feira com rampas, Terça com séries, Quarta com 16k e hoje em descontração pela Expo seriam as respostas à anterior falta de regularidade. Amanhã é dia de voltar ao Monsanto e de continuar a tentar chegar a bom porto. Mas desta vez em Lisboa. Move on.


Sexta-Feira, 16 de Setembro de 2011

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Banhos e massagens

Banhos foi o tratamento reservado a quase toda a equipa lá para os lados de Albufeira. Em dia de glória, até meteu piscinas de água quente e fotografias olímpicas. Enfim, mimos de elite. Tive pena de não ter conseguido ir.

Massagens foi o que me tocou a mim, depois de ter saído maltratado do treino progressivo de domingo (15.880 metros em 75’). Fiz uma primeira metade mais rápida do que devia e decidi que mesmo assim a segunda seria em split negativo. Consegui mas a minha anca ficou a dizer que me tinha esticado mais do que a conta. Resultado: fui-me depositar às mãos do Alcídio Costa, provavelmente o massagista em país com a melhor marca à maratona (e a outras distâncias). Ex-atleta internacional, venceu a Maratona de Lisboa 1998 com 2:16:05 o que, não obstante as diferenças de percurso e de dificuldade, seria um crono que daria para ter ganho as últimas 7 edições.

Já eu, deitado na marquesa, era alvo de um autêntico festival de descoberta de contraturas e mazelas mal curadas. Doloroso. Mas, ainda bem que consegui ir.


Terça-Feira, 14 de Dezembro de 2010